A Copa do Mundo no Brasil corre o risco de não ter em campo a maioria
dos jogadores mais caros da história do futebol. A começar justamente
para quem está próximo de se tornar o atleta mais valioso da história: o
meia Gareth Bale, que deve trocar o Tottenham pelo Real Madrid por 100
milhões de euros, ou o equivalente a mais de R$ 310 milhões.
A
seleção de Bale está virtualmente fora do próximo Mundial. O País de
Gales, que não disputa uma Copa desde 1958, tem chances remotas até de
conseguir uma vaga na repescagem da Europa. Hoje, com quatro derrotas em
seis jogos, ocupa apenas a quarta posição da sua chave.
Cristiano
Ronaldo, hoje o mais caro de todos os tempos, faz com Portugal uma
eliminatória irregular. Hoje, Portugal lidera sua chave, mas tem um jogo
a mais que Rússia e Israel, que podem ultrapassar a seleção lusa se
vencerem essa partida.
Terceiro mais caro de todos os tempos
(atrás também de Zidane), e segundo na ativa, Ibrahimovic é outro que
corre sério risco de não estar no Brasil no próximo ano. Hoje, a Suécia,
país do atacante, estaria fora até da repescagem, em um grupo que a
Alemanha tem a vaga direta quase certa.
Kaká vem logo atrás de
Ibrahimovic, e não está nos planos de Luiz Felipe Scolari para o
Mundial. Não é o caso de Cavani, o quinto mais caro da história e
titular absoluto da seleção uruguaia, que sofre nas eliminatórias
sul-americanas (está em quinto lugar, e só os quatro se classificam de
forma automática).
Sorte tem o sexto mais caro de todos os tempos:
a Colômbia de Falcao Garcia pode sacramentar sua classificação já na
próxima rodada das eliminatórias.
Fernando Torres, oitavo mais
valioso da história, atrás do português Figo, também deixou de ser nome
certo na Espanha: não foi convocado para os próximios jogos das
eliminatórias.
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