Nos últimos jogos, desfalques de jogadores importantes no elenco no Flamengo por causa de contusão vem prejudicando nosso rendimento em campo.
Sim, Chicão, Léo Moura, Felipe, Cáceres fazem falta principalmente porque, sem eles, não se consegue repetir uma escalação para se formar um time.
A gravidade desses esbarrões é relativamente pequena, entretanto, as estatísticas mostram que de 10% a 23%*, no máximo, resultam em afastamentos de treinos ou jogos. As entorses do tornozelo são as lesões mais comuns do futebol, representando 17% a 20%* do total.
As lesões de joelho constituem em torno de 16%* de todas as lesões em homens. O problema destas últimas é que, quando ocorrem, exigem maiores períodos de ausência do que as demais e até cirurgias de reparação. Os goleiros são uma exceção, que penam mais com problemas nas mãos.
O excesso de jogos e a falta de intervalo entre eles é apontado, atualmente, como o grande vilão das lesões que tiram os jogadores de 2,3 jogos seguidos. E, depois desses jogos fora, há uma dificuldade para recuperar o ritmo de jogo. O cara que inventar um software para minimizar essa falta de ritmo ficará milionário.
O joelho é o mais afetado porque, ao contrário do quadril, que é uma articulação profunda e muito estável por ser muito bem encaixada, o joelho é uma articulação plana e mais instável, além de superficial.
Ele ainda está sujeito a grandes forças de rotação, principal mecanismo para a lesão dos meniscos e ligamentos cruzados. Sem se esquecer que os joelhos, como os tornozelos, não têm um envoltório muscular para protegê-los.
O preparo físico também interfere. O atleta que dorme pouco, tem sono não repousante, não se alimenta bem ou mesmo que faz ou fez uso de anabolizantes são os mais propensos a terem problemas.
O aumento de peso também favorece os riscos de lesão, porque sobrecarrega as articulações, além de aumentar as chances de um problema cardiovascular.
Saudações Rubro-Negríssimas.

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