O alemão, Benjamin Brinsa teve seu contratado cancelado depois de denúncias sobre suas supostas ligações
Recém-contratado pelo UFC, o meio-médio alemão, Benjamin Brinsa, conhecido como The Hooligan
teve seu contrato cancelado, após denúncias de que o lutador teria ligações com grupos neo-nazistas na Alemanha.
De acordo com o MMA Fighting, o lutador e sua equipe, "La Familia", teriam ligações com o movimento neo-nazista e ainda abrigariam e treinariam lutadores que aceitassem usar seus conhecimentos em artes marciais para agredir grupos estrangeiros. The Hooligan seria também integrante de um serviço destinado a divulgar músicas de bandas neo-nazistas.
Benjamin admitiu ter tido envolvimento no passado com gangues hooligans, mas negou ser xenófobo ou neo-nazista.
"Eu não fui, não sou e nunca serei neo-nazista. Jamais na minha vida tive sentimentos xenófobos, antissemitas ou racistas, tanto em público quanto na minha vida privada. Sim, tive envolvimento com grupos de hooligans ligados ao futebol no passado, mas isso não acontece mais, já que estou concentrado totalmente em minha carreira como lutador nos últimos anos. Meu técnico, Marcin Bandel, é polonês, e tenho amigos espalhados por todo o mundo.", contou o lutador em sua página do Facebook.
O alemão ainda declarou guerra a quem supostaente o difama.
"Na próxima semana estarei em um treinamento com lutadores da Bósnia, do Brasil, da Grécia, do Iraque, da Itália, de Marrocos, da Polônia, da Rússia e da Tunísia. Alguém acha que eu teria interesse em treinar com tantos atletas não alemães se eu fosse um neo-nazista? Não existe espaço para racismo e xenofobia em um esporte mundial como o MMA. Vou tomar medidas legais contra quem faz campanhas contra mim na internet. Infelizmente acho que não terei sucesso, pois essa pessoa se esconde em pseudônimos e apelidos há dois anos. Ela vemcontactando promotores, patrocinadores, autoridades e jornalistas tentando me impedir de lutar usando essas mentiras", continuou pelas rede social.
Dana White já tinha comentado o caso de Brinsa no começo do ano e prometeu investigar o caso.
"Nós iremos até onde tivermos que ir nesse caso. Se Brinsa estiver envolvido, da forma que for, com grupos racistas, neo-nazistas ou qualquer coisa desse tipo, ele será demitido. Não quero tomar uma decisão com base em postagens no Twitter e acabar arruinando a vida desse rapaz injustamente, se não for verdade. Vamos verificar, e adianto que temos um grande grupo de advogados cuidando deste assunto em Las Vegas. Se ele algum dia teve algo a ver com esses grupos e decidiu sair deles, merece todas as oportunidades de seguir em frente. Se as alegações que fazem sobre ele forem falsas, ele merece receber um pedido de desculpas de muita gente. No entanto, se as acusações forem verdadeiras, ele será visto como um péssimo representante do esporte alemão dentro do MMA", disse o chefão do Ultmate.
Benjamin admitiu ter tido envolvimento no passado com gangues hooligans, mas negou ser xenófobo ou neo-nazista.
"Eu não fui, não sou e nunca serei neo-nazista. Jamais na minha vida tive sentimentos xenófobos, antissemitas ou racistas, tanto em público quanto na minha vida privada. Sim, tive envolvimento com grupos de hooligans ligados ao futebol no passado, mas isso não acontece mais, já que estou concentrado totalmente em minha carreira como lutador nos últimos anos. Meu técnico, Marcin Bandel, é polonês, e tenho amigos espalhados por todo o mundo.", contou o lutador em sua página do Facebook.
O alemão ainda declarou guerra a quem supostaente o difama.
"Na próxima semana estarei em um treinamento com lutadores da Bósnia, do Brasil, da Grécia, do Iraque, da Itália, de Marrocos, da Polônia, da Rússia e da Tunísia. Alguém acha que eu teria interesse em treinar com tantos atletas não alemães se eu fosse um neo-nazista? Não existe espaço para racismo e xenofobia em um esporte mundial como o MMA. Vou tomar medidas legais contra quem faz campanhas contra mim na internet. Infelizmente acho que não terei sucesso, pois essa pessoa se esconde em pseudônimos e apelidos há dois anos. Ela vemcontactando promotores, patrocinadores, autoridades e jornalistas tentando me impedir de lutar usando essas mentiras", continuou pelas rede social.
Dana White já tinha comentado o caso de Brinsa no começo do ano e prometeu investigar o caso.
"Nós iremos até onde tivermos que ir nesse caso. Se Brinsa estiver envolvido, da forma que for, com grupos racistas, neo-nazistas ou qualquer coisa desse tipo, ele será demitido. Não quero tomar uma decisão com base em postagens no Twitter e acabar arruinando a vida desse rapaz injustamente, se não for verdade. Vamos verificar, e adianto que temos um grande grupo de advogados cuidando deste assunto em Las Vegas. Se ele algum dia teve algo a ver com esses grupos e decidiu sair deles, merece todas as oportunidades de seguir em frente. Se as alegações que fazem sobre ele forem falsas, ele merece receber um pedido de desculpas de muita gente. No entanto, se as acusações forem verdadeiras, ele será visto como um péssimo representante do esporte alemão dentro do MMA", disse o chefão do Ultmate.
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